A Presidência do TST afirmou, durante congresso nacional da magistratura trabalhista, que a Justiça do Trabalho reúne integrantes com “causa”, não com “interesse”. A fala defendeu atuação permanente em favor da instituição.
O discurso vinculou essa atuação à proteção de pessoas vulneráveis, com fundamento no papel constitucional da Justiça do Trabalho. A manifestação também rejeitou divisões político-partidárias dentro do Tribunal.
A defesa institucional incluiu sindicatos e a Consolidação das Leis do Trabalho, alegando que a precarização tem esvaziado garantias trabalhistas em setores inteiros, especialmente nas atividades mediadas por aplicativos.
A fala atribuiu à Justiça do Trabalho a função de conter práticas econômicas sem limites sociais e indicou que a instituição continuará atuando contra formas de exploração que afetem empregados vulneráveis.
Fonte: Conjur

