Em uma amostra de 138 ações sobre assédio eleitoral no trabalho, o WhatsApp apareceu em 37% dos processos como meio de pressão sobre empregados. As redes sociais constaram de 14,5% das ações.
Mensagens digitais, gravações, depoimentos e documentos contribuíram para comprovar as alegações. Nos processos sem reconhecimento do assédio, a fragilidade das provas figurou como principal motivo em cerca de um terço das decisões analisadas.
Outra amostra, com 688 processos, apontou dois ou mais réus em 32,1% das ações. A inclusão de várias pessoas ocorreu sobretudo em relações de terceirização e em processos que também citaram sócios ou gestores.
Entre maio de 2023 e setembro de 2026, registraram-se 823 processos relacionados ao tema, incluindo 189 em 2026. Esse total corresponde aos processos cadastrados e não indica quantas situações de assédio eleitoral obtiveram reconhecimento.
Nº do processo: Indisponível
Fonte: TST

